Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006

«Gripe pode chegar por Sagres»

aves.bmpEis um título que, apesar da azáfama (laboral) em que me encontro, não posso deixar de passar adiante, não só porque não me deixa indiferente (nem podia!), mas porque sobre esta matéria, informar, mais do que uma obrigação, é um dever cívico...«Nas proximas duas a três semanas são esperadas entre cinco e dez mil aves migratórias vindas de África. Quanto aos vírus detectados em países europeus, não são perigo para portugal»A principal porta de entrada para a gripe das aves em Portugal é a Ponta de Sagres. Entre cinco e dez mil aves migratórias, provenientes de países africanos, devem começar a chegar a Portugal nas próximas «duas ou três semanas». Este fluxo migratório, que já começou, representa o perigo mais provável de a gripe das aves entrar em Portugal. «A probabilidade da gripe das aves chegar a Portugal existe e a acontecer chegará pelas rotas migratórias africanas. O principal ponto de entrada é o estreito de Gibraltar, no entanto, muitas aves, milhares, entrarão também pela Ponta de Sagres», explicou ao PortugalDiário Ivan Ramires, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves. O fluxo migratório destas aves atinge o «ponto crítico» nas próximas «duas a três semanas». O H5N1 foi detectado a 16 de Janeiro na Nigéria em 42 mil animais infectados, o que «representa maior preocupação para a Península Ibérica». No entanto, o vírus foi detectado em animais domésticos e não em animais selvagens, o que reduz o risco de contágio para Portugal, explica aquele especialista. Os vírus detectados em países europeus não representam perigo para Portugal «Os casos recentes que surgiram não são preocupantes porque se trata de rotas diferentes», adiantou. As autoridades espanholas consideram muito provável a chegada do vírus H5N1 ao território tendo em conta as rotas migratórias africanas. O presidente do Colégio de Veterinários de Espanha, José Badiola, afirmou ao El País que esse cenário é «quase seguro». E «ao chegar a Espanha é muito provável que chegue também a Portugal. Especialmente tendo em conta as várias zonas húmidas», precisou Ivan Ramires. As aves que poderão trazer a estirpe mortal do H5N1 são essencialmente aves de rapina e aquáticas «As aves aquáticas representam um risco maior, tendo em conta que entram em contacto com aves de capoeira com mais facilidade», explicou.
publicado por planetamercuryii às 14:14
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